Archi 5 e Tânia Chueke fazem projeto do Villa-Lobos

O Segundo Caderno informou em reportagem que “um ano e quatro meses depois do incêndio que devastou o Teatro Villa-Lobos, o governo do estado anunciou oficialmente, num evento realizado anteontem na Casa França-Brasil, seu plano de recuperação do teatro. O espaço, que havia sido fechado para obras no início de 2011, estava prestes a reabrir quando pegou fogo, em setembro daquele ano. Apresentado pela secretária de estado de Cultura, Adriana Rattes, o plano de obras, a cargo da Empresa de Obras Públicas do Estado do Rio de Janeiro (Emop), só começa em julho, e
a previsão de reabertura é o segundo semestre de 2014. — Buscamos um teatro com cara contemporânea, mas respeitando seu estilo, preservando o que era mais importante arquitetonicamente no prédio — diz Adriana. O projeto custará de R$ 36,7 milhões e prevê, além da reforma do espaço, a modernização e a criação de novas áreas de apresentação. A principal sala de espetáculos receberá mais 234 assentos, com a criação de um balcão, totalizando 656 lugares. O teatro terá nova caixa cênica, camarins e foyer em três níveis, cada um com bombonière. Uma obra criada pelo artista Daniel Senise, com escombros do incêndio, ocupará o foyer. Outra novidade é a criação de um teatro modular para 120 pessoas, nos fundos do terreno, no lugar do antigo Anexo III. O espaço será destinado a espetáculos mais experimentais, que também poderão ser criados em duas novas salas de ensaio cujas dimensões reproduzem o palco principal (12 x 16 metros). Com as novas salas e condições técnicas será possível realizar simultaneamente até quatro espetáculos nas dependências do Villa-Lobos. — Essa reabertura é fundamental. Há pouquíssimos teatros com essas dimensões  a cidade — diz o diretor Felipe Vidal, que encenou “Rock ‘n’ roll” (2009) no Villa-Lobos. O projeto foi desenvolvido pela Archi 5 e pela arquiteta Tânia Chueke, com consultoria cênica de José Dias. Os vidros negros da antiga fachada darão lugar a vidros transparentes, buscando maior interação com o espaço público”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Segundo Caderno/ Reportagem: Luiz Felipe Reis/ 31/01/13

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