Trabalhos com a cara do Rio

A coluna Design Rio divulgou em matéria: “Formada em design gráfico pela Parsons de Paris, a carioca Kakau Höfke trabalhou por anos em agências de publicidade e no departamento de marketing de uma empresa de comunicação. Familiarizada com pincéis desde pequena, ela resolveu abandonar o mundo corporativo em 1999 e investir em arte: — Senti falta de criar. Larguei tudo e fui fazer curso no Parque Lage, queria mexer com tinta. Feliz ao vender o primeiro quadro, após seis meses de aulas, ouviu um professor dizer para prestar atenção em quem comprava seu trabalho. Foi aí que ela descobriu a vontade de difundir sua arte o máximo possível e estampá-la em produtos. — Eu achei aquilo de uma arrogância. Na cabeça dele, só quem pode comprar o trabalho de um artista é quem tem conhecimento de arte. Eu não tenho essa mentalidade, gosto que as pessoas gostem do que eu faço e acho que arte é para todo mundo. Quem não tem dinheiro para comprar um quadro compra uma gravura. Se não tem condições, por que não comprar uma almofada, um bloquinho, uma caneca? — questiona ela. Hoje, o trabalho de Kakau está por toda parte. E, com o tempo, foi ganhando cores e a cara do Rio. — Nasci aqui, mas na infância e na adolescência me mudei várias vezes de estado com minha família. Aos 16, fui morar fora do Brasil. Sentia falta de ter um lugar para chamar de casa. Eu amo o Rio, independentemente dos problemas. Então, resolvi pintá-lo — explica a designer, que voltou de mala e cuia em 1992 e não saiu mais”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Design Rio/Reportagem: Simone Candida, Ludmilla de Lima e Natália Boere/29/11/15

 

Comentar

Seu email nunca será publicado ou distribuído.

You may use these HTML tags and attributes: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>