Com arquitetura eclética e ocupando um quarteirão inteiro, num terreno de 12.000 (doze) mil metros quadrados, a belíssima a mansão do Alto Jardim Botânico, que pertenceu a Odaléa Brando Barbosa,  foi escolhida para abrigar a Mostra CasaCor Rio, neste ano, que completa sua edição número 30.

Acima, Odaléa Brando Barbosa

Falecida ano passado, aos 91 anos, Odaléa era dona de um acervo de seis mil obras de arte e antiguidades, colecionado ao longo de mais de 50 anos por ela e seu marido, o banqueiro Jorge Brando Barbosa, que compreende raríssimos tapetes persas, prataria inglesa e portuguesa, porcelana chinesa, opalinas e santos barrocos, cristais de Murano, paliteiros de prata, finíssimos cristais, louças francesas e inglesas, obras de Aleijadinho, gravuras de Margaret Mee, objetos sacros, etc.

A mansão, originalmente sede de uma fazenda do século XVIII, hoje encontra-se tombada pelo patrimônio estadual e é reconhecida como uma das mais belas residências do Rio mítico dos anos dourados. Construída por Jorge B. Barbosa,  a propriedade  do casal, símbolo de estilo e elegância, recebia toda a sociedade carioca, artistas nacionais e estrangeiros, políticos como o Presidente Juscelino Kubitschek e chefes de estado estrangeiros em visita a cidade.

O evento da CasaCor Rio 2020 será realizado em novembro e vai adotar um protocolo sanitário, por causam da Covid-19,  definido pelo pelo Hospital Israelita Albert Eistein.