Segundo matéria do caderno Ela, “o que pode ser melhor do que ter um pied-à-terre em Paris? Ele ser de 1801 e ter o estilo neoclássico da cidade. Que o digam o arquiteto Edgar Moura Brasil e o autor Gilberto Braga, que pacientemente procuraram um imóvel ao mesmo tempo charmoso e em uma rua tranquila. Eles encontraram o apartamento na Rive Gauche, num prédio de cinco andares. — Estamos sempre aqui, e costumávamos ficar em hotéis ou casas de amigos. Resolvemos que o melhor era ter um apartamento próprio para que tivesse a nossa cara e as nossas coisas — pondera Edgar. Apesar de ter feito mudanças na planta, o arquiteto conservou as sancas, as portas duplas com vidros, os pisos e a lareira convencional. A reforma durou um ano, aprovada sem problemas pelos condôminos, que não se importaram com as “modernidades” que surgiram no apartamento de três quartos e três salas, como aparelhos de ar-condicionado e troca de encanamento”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Ela/Reportagem: Suzete Aché/25/10/14