O caderno Ela publicou em reportagem: “As coisas parecem acontecer rápido demais na vida de Guilherme Wentz. Em sua primeira entrevista, o jovem designer de 25 anos nascido em Caxias do Sul, que fez suas primeiras peças no ano passado e se formou há apenas dois meses, conta, ainda tímido e sem traquejo de entrevistado, os seus feitos: abocanhou prêmios no IDEA Brasil 2012 e no IF Design 2013, além de ser finalista do prêmio do Museu da Casa Brasileira e de ter peças no acervo da loja do Museu de Arte Contemporânea de Chicago. Difícil acreditar que Guilherme é um supernovato. — Entrei no Desenho Industrial por acaso. Estava insatisfeito no curso de Administração e uma amiga que fazia moda me deu a dica — lembra ele. — No começo, eu não sabia nada. Para se ter uma ideia, os Irmãos Campana que todos sabem quem são foram novidade para mim. Mas ainda pesquiso muito para correr atrás de tudo que não sei. De cru e sem referências, ele hoje tem seus preferidos: Carlos Motta e Jader Almeida. — Eles trabalham com a simplicidade, usando matéria-prima brasileira. Também gosto do design escandinavo. Meu trabalho tem essa cara simples, não é nada ostentador. Minha qualidade  é fazer um produto que tenha função e seja impecável nos detalhes — conta. A linha de (ainda) pouquíssimas peças tem como um dos destaques a mesa Officer — a tal que conquistou o Prêmio IDEA Brasil 2012 na categoria “Sala de Estar e Quartos” —, criada para a marca paulista Decameron Design e que chegou no Rio, dentro da coleção 2013 do Arquivo Contemporâneo. Guilherme usou carvalho natural de base para produzir uma peça que tem espaços para xícara de café, pequenos objetos e ainda tomadas para dar uma recarregada
no celular ou ligar uma luminária”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Ela/ Reportagem: Livia Breves/ 09/02/13