Arnaldo Danemberg foi convidado para fazer a ambientação do Instituto Luiz Gouvêa, organização localizada no térreo do Edifício Chopin, e dedicada a promover a mediação, conciliação e arbitragem entre particulares que optem por resolver suas pendências fora da justiça.

“Um lugar de estudos, novas ideias e grandes pensamentos. Uma imponente biblioteca com a chancela do Antiquário Arnaldo Danemberg, com sua marca “The Library” especialmente para o Instituto Luiz Gouvêa, convida o visitante a se abrigar em um local de acolhimento, pesquisa e reflexão. A erudição do Instituto refletida em uma arquitetura e decoração plenas de itens históricos de alta relevância, formando um ambiente de expertise e ao mesmo tempo contemporâneo, em uma grande viagem na memória e no tempo. Tempo este agora, mais uma vez, perenizado”, explica Arnaldo Danemberg. O desafio foi encontrar um ponto de equilíbrio entre a arquitetura e a coleção de móveis dispostos para o projeto, e quem se encarregou disso foi o arquiteto e urbanista Marcelo Moura.

As peças escolhidas para essa ambientação são exemplares importantes do mobiliário europeu e brasileiro de um caráter mais formal, citadino, tais como: conjunto de cinco estantes de farmácia portuguesa em pinho de riga, mesa inglesa Charles II do século XVIII, bureau francês Luiz XV em “bois fruitier”, cadeiras brasileiras em jacarandá, ditas Beranger, mesa francesa em “bois fruitier/noyer” e uma importante mesa francesa em carvalho, Império Francês, que fez parte da ambientação da sala dos Chefes de Estado da Rio+20, Conferência das Nações Unidas de Desenvolvimento Sustentável.