A arquiteta brasileira Gabriella Gama, de apenas 31 anos, que mora em Lisboa desde 2016 (onde é sócia-fundadora do escritório Apparatus Architects Studio), ficou em primeiro lugar pelo voto popular e entre os cinco finalistas eleitos pelo júri do prêmio internacional de arquitetura “Architizer A + Awards 2020’. O projeto – que  concorreu na categoria “Arquitetura e Tetos” – é o próprio escritório da arquiteta, de 70m2, no bairro Príncipe Real, em Lisboa. 

Os outros quatro finalistas são um escritório dinamarquês com filial em Abu Dabi, dois escritórios grandes da China e um escritório americano com sede em Boston. “Esta nomeação veio como algo inesperado. Nós nos candidatamos ao prêmio, mas tínhamos consciência de que competiríamos com gigantes! O júri nos colocou como um dos 5 finalistas e teve ainda a votação pública, que nos deu a primeira colocação. É um sentimento de profunda satisfação e alegria ver o reconhecimento do nosso trabalho, principalmente quando o mundo passa por um momento extremamente difícil e instável, onde questionamos a nossa forma de viver por completo, a nossa forma de nos relacionar uns com os outros, tanto como espacialmente. Tem sido um momento de interiorização, reflexão e aprendizagem”, conta Gabriella.

 

Foto: Ricardo Oliveira Alves Architecture Photography and Video – Fotografia e vídeo de arquitetura

 

Foto: Ricardo Oliveira Alves Architecture Photography and Video – Fotografia e vídeo de arquitetura

 Acima: a arquiteta Gabriella Gama em seu escritório no bairro Principe Real, em Lisboa.

Formação acadêmica da arquiteta Gabriella Gama:

  • Mestrado em Filosofia da Arquitetura pela Architectural Association, de Londres (AA MPhil)
  • Mestre pela FAUP Faculdade de Arquitetura do Porto
  • Arquiteta e Urbanista formada pela UniCEUB, de Brasilia