O site da Bamboo informou em reportagem: “As carrancas, figuras de proa esculpidas no rio São Francisco entre 1870 e 1945, já provocaram a curiosidade de inúmeros fotógrafos, artistas, curadores e arquitetos. Marcel Gautherot, em 1946, fotografou o cotidiano da população ribeirinha, com especial interesse pelas esculturas. As imagens foram publicadas em várias revistas nos anos seguintes, até que, em 1954, aconteceu uma primeira exposição das peças, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Muitas outras foram realizadas, com destaque para as projetadas por Lina Bo Bardi, em  São Paulo, em 1959 e 1969, em Salvador, em 1963, e em Roma, em 1964. A temática ganhou força novamente em 2015, com a exposição A Viagem das Carrancas, com curadoria de Lorenzo Mammi, que reúne 40 carrancas de exposições públicas e particulares e 42 fotografias de Gautherot. Após apresentação naPinacoteca de São Paulo, a exposição chegou agora ao Rio de Janeiro, noInstituto Moreira Salles, com expografia de Carla Juaçaba. A arquiteta criou plataformas de madeira que se encaixam como degraus de uma escada, subindo. “Estamos acostumados a pensar em carrancas sempre na parte de baixo do barco. É interessante vê-las no topo”, contou Carla à Bamboo”. Leia mais no site.

Fonte: Bamboo/Reportagem: Maria Silvia Ferraz/Fotos: Ailton Silva e Clovis Cunha/17/12/15

http://www.bamboonet.com.br/posts/a-arquiteta-carla-juacaba-criou-suportes-que-valorizam-as-carrancas-em-exposicao-no-instituto-moreira-salles