O caderno Ela divulgou em matéria: “Formada em Publicidade pela Faap, a paulista Flavia Del Pra chegou a trabalhar numa das maiores agências do país, a W/ Brasil, como atendimento. Mas alguma coisa estava fora da ordem. E ela decidiu que o que queria mesmo na vida era criar, mergulhar na sua vontade de inventar peças, coisas, desenhos. Queria trabalhar de outra forma. —Larguei a W e decidi mergulhar nas minhas vontades. Como não era uma grande desenhista, me inscrevi na Central Saint Martins, em Londres, para cursar História da Arte — diz Flavia, que ficou na capital britânica entre 2005 e 2008. Por lá, acabou conhecendo uma professora que era ceramista, Helen Johannessen, cujo marido trabalhava com mosaicos. O casal tinha um forno de cerâmica dentro de uma antiga fábrica de chocolate, onde Flávia aprendeu o processo de confecção de cerâmicas e descobriu sua vocação: virou ceramista. — Acabei sendo representada por uma agente e tudo resultou na venda de três coleções de abajures artesanais para a Anthropologie, nos Estados Unidos. As peças estamparam a capa do catálogo da marca. Depois, vendi outros objetos para o Le Bon Marché, em Paris. Ela voltou para o Brasil e fez mais uma descoberta: a azulejaria. Em 2014, criou a bandeja Pedestal, que se tornou o seu item de maior sucesso. Produzidas em alumínio com revestimento de cobre ou latão, as peças têm como destaque os azulejos desenhados por Flavia, a maior parte deles é geométrica. As bandejas, que no Rio são vendidas no Gabinete Duilio Sartori, viraram hit”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Ela/Reportagem: Jacqueline Costa/11/06/16