O caderno Ela informou em reportagem: “Denise Stewart virou ceramista por acaso. O que começou como aulas para relaxar da vida de administradora no Jardim Botânico, passou a ser sua especialidade. Foi também sem querer que ela fez a primeira exposição, o ponto de partida para que a cerâmica se tornasse profissão. — Eu produzia cerâmicas para mim e presenteava os amigos com algumas peças. Até que na Copa de 98 fiz uma festa com comida baiana para assistir ao jogo entre o Brasil e a França. O cônsul francês era meu vizinho. Quando eles ganharam, eu mandei uma travessa de cerâmica cheia de acarajés para ele, que me chamou para fazer uma exposição na Maison de France — lembra. De lá para cá, além do Brasil ser campeão na Copa de 2002, Denise abriu um ateliê na Gávea, passou a produzir louças para restaurantes (Sushi Leblon, Zuka, Togu, Salitre, Nori, Cevicheria Carioca, Brigite’s, e os mais recentes Seidô e Gurumê, que abrirá em breve), fez parcerias com artistas (como a linha Rex, feita com Eduarda Aquino, filha de Angelo), arquitetos (Pedro Paranaguá, Erick Figueira de Melo, Fernanda Pessoa de Queiroz e Paula Neder) e estilistas. Ela acaba de abrir dois corners no Rio: no Atelier Arremate, na Dias Ferreira, onde expõe aparelhos completos de jantar e panelas coloridas; e na Image, no Rio Design Leblon, com peças mais decorativas, como vasos, bowls e jarras”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Ela/Reportagem: Lívia Breves/19/07/14