De acordo com matéria da Revista, “da janela do Hotel Atlântico Copacabana, na Rua Tonelero, onde se hospedou em 2001, na primeira vez em que veio ao Brasil, o americano Michael Iott avistou uma vila que o fez lembrar de uma charmosa travessa em Florença, na Itália. Desceu até lá, caminhou pela ruela sem saída e esbarrou com uma casinha à venda. Como o dólar estava valorizado à época, pegou o embalo e deu entrada no imóvel. — Perdi o passaporte nessa viagem e fui obrigado a estender minha estadia no Rio por três dias. Com isso, tive mais tempo para passear. Caminhei pela travessa e encontrei uma casa para vender. O dólar estava alto, o preço era barato, decidi comprar — lembra Michael, que mora em Nova York e visita a “casa de praia” numa frequência irregular (às vezes, vem uma vez por mês, mas chega a ficar três sem aparecer). Só depois de adquirir a casa, realizou que não era bem seu estilo. Resultado? Pôs ela a baixo e construiu outra no lugar. Foram anos de burocracia (de 2002 a 2006) até que a casinha virou um casarão de três andares, com quatro suítes, dois quartos, uma biblioteca, uma sala de jantar, uma cozinha e um terraço — todos com espaços generosos”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Revista O Globo/Reportagem: Carolina Ribeiro/23/11/14