O Morar Bem divulgou em reportagem: “Mesmo com o percentual tão pequeno de aproveitamento de recicláveis, a atividade já gera empregos e uma diversidade de negócios sociais, que aproveitam desde o resto de tecidos até peças retiradas de eletrônicos, um problema, aliás, ainda sem solução oficial. E com isso, vão se formando redes de empresários, ateliês e cooperativas que tentam  aproveitar o lixo para criar novos produtos. A Transformers, por exemplo, da consultora em marketing Adriana Micarelli, faz justamente isso. Uma  de suas primeiras parceiras foi a loja Cluster, de acessórios eletrônicos, que passou a receber na unidade localizada no Shopping Leblon, todo o tipo de lixo eletrônico — desde  gadgets até mesmo computadores, que são doados a projetos que reaproveitam essas peças. — A cada três computadores, é possível fabricar um novo. E com o que sobra ainda é possível fazer quadros, relógios, pen-drives — conta Adriana, que fechou uma parceria também com a mostra de decoração Morar Mais por Menos, onde haverá um posto de coleta de lixo eletrônico logo na entrada. Além disso, os arquitetos participantes da mostra estão sendo convidados a usarem nos ambientes peças de decoração produzidas a partir desse tipo de material.”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Morar Bem/ 28/07/13