O caderno especial trouxe uma entrevista com Santiago Calatrava, arquiteto espanhol que assina o projeto do Museu do Amanhã: “Como foi o processo de criação do Museu do Amanhã? Meu método de trabalho consiste em, por um lado, tentar entender, por meio de uma visita, o contexto e o lugar em que o projeto estará e ouvir o cliente e as pessoas que vão gerenciá-lo para ajudá-los a concretizar como ele será fisicamente. Por outro lado, tento extrair de mim mesmo uma visão que coincida com as informações recebidas e que seja, ao mesmo tempo, pessoal. É uma busca paciente, testando desenhos e formas. Qual o espírito da arquitetura do museu? Devido à natureza mutante das exposições, introduzimos uma estrutura arquetípica no interior do edifício, o que lhe dá uma simplicidade de entendimento e uma versatilidade funcional. Além da zona de exposições, pode abrigar congressos, já que conta com auditório, além de áreas administrativas e de pesquisa. A cafeteria foi pensada para funcionar de forma independente e servir a visitantes e não visitantes, transformando-se em ponto de encontro do público em geral, assim como jardins, reservatórios etc”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Caderno Museu do Amanhã/Reportagem: Simone Candida/17/12/15