A coluna Design Rio publicou em reportagem: “O grafite sempre foi, por essência, uma arte urbana e sem regras. Por muito tempo, também vista como uma expressão marginal. Mas, hoje, os conceitos são outros. Ao reformar uma casa, há quem prefira estampar uma parede com um desenho que poderia estar facilmente no colorido muro do Jockey Club, na Gávea, em vez de pendurar uma tela. Ter um espaço seu grafitado virou uma espécie de desejo de consumo para antenados com o universo das artes. Quando se mudou, há cinco anos, para uma casa no condomínio Santa Mônica, na Barra, a professora Erica Pavan chamou logo o artista Bruno Big, que tem desenhos espalhados por quase toda a cidade, para imprimir uma identidade ao quarto principal. — Sempre gostei do trabalho do Bruno. Tem uma mensagem, um pensamento político e social. E ele conseguiu traduzir muito o espírito de como a gente vive — conta Erica, que, ao trocar o Leblon pela Zona Oeste, pensou em uma arte que tivesse a ver com cavalos selvagens”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Design Rio/Reportagem: Simone Candida e Ludmilla de Lima/24/01/16