Em artigo publicado no caderno Rio, o arquiteto e urbanista Miguel Pinto Guimarães escreveu: “O ano é 2184. O Rio submerso. Os escafandristas vieram explorar suas casas, suas coisas, suas almas, desvãos. Encontraram vestígios de estranha civilização. Estranha e suicida, porque nada explica o efeito catastrófico da Lei Seca na partição daquela cidade”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio