O caderno Rio informou em reportagem: “O plano de expansão do metrô da Zona Sul à Barra da Tijuca contava com alguns detalhes ambiciosos. Uma das propostas era que a ponte estaiada, sobre a Lagoa da Tijuca, fosse um marco arquitetônico do projeto. Durante as obras, foi anunciado que a tarefa caberia ao arquiteto espanhol Santiago Calatrava, responsável por projetos como o Museu do Amanhã, a Gare do Oriente (Lisboa) e a Cidade das Artes e das Ciências (Espanha). O canteiro de obras foi instalado no fim de janeiro, mas sem a marca de Calatrava. Na sexta-feira, o Consórcio Metrô Rio informou que decidiu, em conjunto com o estado, não mais adotar o projeto do profissional espanhol. Sem detalhar valores e cronogramas, informou apenas que o projeto apresentado por Santiago Calatrava “não atendia às premissas de otimização de custos e de prazo, necessárias a uma obra pública”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Reportagem: Luiz Ernesto Magalhães/30/03/14