A coluna Design Rio publicou em matéria: “O prédio imponente situado no coração da Quinta da Boa Vista onde desde 1892 funciona o Museu Nacional foi, durante o século XIX, palácio residencial de dom João VI, dom Pedro I e dom Pedro II. Ao longo de seus mais de 200 anos de história, a construção passou por vários estilos até chegar às linhas neoclássicas atuais, atribuídas ao arquiteto brasileiro Manuel de Araújo Porto Alegre. Desde 1938 tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), a edificação que se vê hoje nos remete ao período em que lá residia dom Pedro II. Com um acervo de grande interesse científico, foi incorporado à Universidade do Brasil, atual Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 1946. Mas, mesmo com todo o significado histórico, arquitetônico, acadêmico e paisagístico que reúne, o Paço de São Cristóvão, como também é conhecido, sofre com problemas de infraestrutura. A última obra, realizada em 2009, restaurou a fachada do museu, recuperando a cor amarelo ocre do período de nobreza”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Design Rio/Reportagem: Simone Candida, Ludmilla de Lima e Rodrigo Bertolucci/03/08/14