O Morar Bem informou em reportagem: “Itahy, Ceará, Palacete, Palazzo, Barra Fun. Os nomes dos prédios cariocas são peças de um enorme quebra-cabeça sobre a evolução da construção civil no Rio. Quase um século após o início da expansão dos edifícios residenciais por aqui, observá-los à luz da História revela como modismos e contextos políticos e culturais tiveram influência direta sobre essas denominações, orgulhosamente exibidas nas fachadas. Segundo o arquiteto e professor adjunto da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da UFRJ, William Bittar, as engrenagens começaram a girar nos anos 1920, quando palacetes de três pavimentos no Flamengo cederam espaço a edifícios de 12 andares. — As denominações dos primeiros edifícios residenciais estavam associadas aos sobrenomes de alguns proprietários mais abastados dos palacetes demolidos. E a tipologia estilística estava ligada ao ecletismo de influência francesa ou até mesmo italiana — conta o especialista, que é um dos autores do livro “Arquitetura no Brasil de Deodoro a Figueiredo””. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Morar Bem/Reportagem: Eduardo Vanini/13/03/16