O caderno Ela publicou matéria de capa sobre “a beleza que existe no imperfeito, no que sofreu a ação do tempo”. Segundo a reportagem, “o conceito é tão bom que poderia até virar um mantra para ser repetido todo o dia. Do bolo que solou à ruga que apareceu na testa, tudo fica melhor se visto pelo prisma do Wabi- Sabi, pensamento que privilegia o que sai do tom. A ideia nasceu no Japão, no século XII, e, hoje, mais do que uma frase de apoio, virou a estética da vez e aparece em trabalhos de artistas plásticos,  arquitetos, fotógrafos, decoradores, designers e publicitários”. Leia mais no caderno Ela.

Fonte: O Globo/ Ela/ Reportagem: Livia Breves/ 11/08/12