Em sua 18ª Mostra Artefacto, as sócias Natália Paes e Simone Meira, do MPA Arquitetura já vivenciaram muitos loopings nas tendências em arquitetura de interiores. Com trabalhos executados no Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, além de destinos internacionais como Estados Unidos e Portugal, as profissionais apresentam uma apurada curadoria dos materiais que já haviam acionado na edição anterior. “Neste ano, a Mostra fala de um DNA Natural e para isso a Artefacto nos apresenta tecidos, texturas e materiais que ajudam a fazer do ambiente que montamos um local orgânico e sustentável. Pensamos em uma sala, estar e jantar, bem clara e aconchegante com um visual calmo. Nosso espaço, um salão de 55 metros quadrados, abriga uma família nesta época de pandemia – por isso integramos um home office dentro da sala”, explicam. Entre as matérias-primas eleitas, trafegam pedras, madeiras, palhas e tecidos de algodão – alguns dos pilares que emolduram a cortina ganharam nova linguagem e são destaque neste contexto do reaproveitamento. E não são somente os ambientes que seguem unidos na proposta: o encontro entre os estilos também traz surpresas, como na escolha da mesa de centro Boracay, em inspiração orgânica, e do cavalete Manuk, de assumida estética industrial. “A Artefacto é mais do que uma referência. A empresa para nós é uma inspiração, um estímulo à profissão. É sempre a nossa primeira escolha de especificação de mobiliário, porque temos a certeza e a segurança de estar apresentando ao nosso cliente o melhor”, concluem.

Confira nas fotos da MCA Studio: