A Revista publicou em reportagem: “Discreta, a arquiteta carioca Tania Chueke nunca se animou a participar de uma edição da Casa Cor. Autora de projetos de mansões, apartamentos e ateliês cinematográficos, poucas vezes permitiu a publicação de imagens de seus trabalhos em revistas de decoração. Nos últimos tempos, porém, duas obras públicas — as primeiras em três décadas de prancheta — chamaram a atenção para o seu nome: as reformas da Sala Cecília Meireles, na Lapa, e do Teatro Villa-Lobos, em Copacabana. Um tanto tímida, Tania recebeu a equipe da Revista O GLOBO no palco principal da Sala Cecília Meireles no dia seguinte à reinauguração oficial da tradicional casa fundada em 1965. Naquela tarde abafada de uma sexta-feira, pintores ainda davam os últimos retoques e finalizavam a obra, que durou quatro anos e consumiu R$ 47,5 milhões. — É uma sala muito especial. Nunca esqueço quando entrei aqui pela primeira vez, há muitos anos atrás, para assistir a um concerto do Nelson Freire. Trabalhar neste espaço foi uma experiência incrível… Para se ter ideia, eu sou casada com um cara que tem um piano de cauda na sala de casa. Eu e ele ficamos deslumbrados com esse trabalho — conta a arquiteta. O seu escritório, o ETC, foi contratado pela Associação dos Amigos da Sala Cecília Meireles para, inicialmente, fazer apenas o projeto de interiores. Mas Tania acabou participando do processo de restauro e modernização do edifício do século XIX, que já foi o Grande Hotel da Lapa e o Cinema Colonial”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Revista O Globo/Perfil/Reportagem: Joana Dale/18/01/15