O caderno Rio publicou perfil: “A casa de Paulo Jacobsen em São Conrado é como um autorretrato do arquiteto. Integrada ao verde da Estrada das Canoas, a residência, construída por ele há 28 anos, revela características que se tornaram marcantes nos seus  projetos. A construção é ampla e iluminada. O teto feito de bambus, sem cumeeira ou outros elementos aparentes sustentando a cobertura, dá um quê tropical ao espaço, uma espécie de ‘casa de índio’, como define Bernardo Jacobsen, filho e arquiteto. O endereço só tem dois quartos: um para Paulo — ou Cecedo, apelido que carrega desde a infância — e outro para sua mulher, Mônica. Mas Cecedo admite que nunca dorme sozinho. À noite, ele se manda para a cama da mulher. Jacobsen ainda detesta solidão quando o assunto é arquitetura. Todos os projetos que levam seu nome, incluindo o do Museu de Arte do Rio (MAR), foram criados em parceria. — Nem em casa eu sei ficar sozinho — brinca Cecedo, que projetou mais de 400 casas ao lado de Claudio Bernardes, morto num acidente em 2001. — Quando você cria sozinho, pode cair no erro de ficar encantado com as próprias ideias. E o grande barato é que agora trabalho com meus filhos como sócios (Bernardo, de 32 anos, e Luiza, de 30, designer de novas mídias). Filho e sócio: adoro as duas coisas — conta o arquiteto carioca, de 58 anos, avô de Clara, de quase 1 ano, filha de Bernardo”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Rio/ Perfil/ Reportagem: Ludmilla de Lima/ 16/06/13