O caderno Barra divulgou em reportagem: “O contingente de empregadas domésticas está cada vez menor em todo o país. E o número de profissionais que aceitam dormir no emprego, então, só faz cair. Devido à nova realidade, os quartos antes reservados a estas profissionais estão sendo adaptados para ganhar novas funções em muitas residências. A publicitária Beatriz Giuberti percebeu que precisava de mais espaço para as roupas quando se mudou com a família para um apartamento em São Conrado, depois de voltar de uma temporada na África. Com dois quartos de empregada em casa e contando apenas com os serviços de uma faxineira, Beatriz contratou um arquiteto para operar uma mudança radical na planta original do imóvel. — Nos últimos dois anos, eu morei em uma casa bastante grande, em Angola, e senti a diferença do espaço quando voltei. Então, acabei com os quartinhos de empregada e fiz meu closet num deles; sempre quis ter um. O espaço do outro quarto deu origem a uma nova área de serviço. Pude até fazer uma pequena despensa — conta a publicitária. O arquiteto Ricardo Melo, responsável pelo projeto, explica que alterou uma área de aproximadamente 30m ² do apartamento durante as obras. De acordo com ele, atribuir novas funções ao quarto de empregada representa uma tendência cada vez mais comum”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Barra/Reportagem: Rodrigo Berthone/27/03/16