O caderno Rio informou em matéria: “No andar superior do Palácio Universitário da UFRJ, na Praia Vermelha, um Cristo de bronze coberto de fuligem e sem a cruz de madeira indica que ali já funcionou um templo. O símbolo católico, preso numa parede, é o único vestígio da Capela São Pedro de Alcântara, consumida pelo fogo em março de 2011. Apesar de passados mais de três anos, para quem entra hoje no espaço parece que o incêndio foi ontem. Como nem o projeto executivo de restauração ficou pronto, o altar neoclássico continua reduzido a cinzas, e uma cobertura provisória ainda faz o papel de telhado. A Divisão de Imóveis Tombados da UFRJ afirma que não há prazo previsto para a reforma total da capela e do restante do palácio, inaugurado em 1852 para abrigar o Hospício de Pedro II e tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O começo das obras, diz o diretor da divisão, Paulo Bellinha, depende do interesse de empresas públicas ou privadas, já que a UFRJ não tem como bancar o valor estimado, de R$ 50 milhões (R$ 15 milhões somente para a capela)”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Reportagem: Ludmilla de Lima/17/05/14