A coluna Design Rio publicou em matéria: “O prédio com fachada imponente da Rua Benjamin Constant, na Glória, foi por mais de cem anos ponto de encontro de um grupo de homens e mulheres que tinham “o amor por princípio, a ordem por base, o progresso por fim”, como ainda é possível ler na face principal do imóvel, erguido entre 1891 e 1897. Mas desde 2009, quando o telhado ruiu, a vizinhança passou a olhar com desconfiança para a construção: fechada, com aspecto de abandonada, não recebe mais visitantes, nem abriga encontros semanais de adeptos do positivismo, corrente filosófica idealizada pelo francês Auguste Comte. Afixadas ao muro, duas placas indicam que o local — sede da primeira igreja positivista do mundo — está passando por obras emergenciais, com prazo de conclusão de 30 dias. Mas quem olha custa a crer que alguma intervenção esteja sendo feita. Do lado de fora, a fachada está deteriorada e as paredes laterais têm dezenas de andaimes e escoras de metal. Na parte interna há pisos soltos ou esburacados, pintura descascada e baldes espalhados pela nave, que fica encharcada quando chove. Numa das poucas salas protegidas da ação do tempo, obras de arte, mobiliário do século XIX e cerca de 15 mil livros do acervo da entidade positivista estão guardados de forma precária”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Design Rio/Reportagem: Paula Autran, Simone Candida, Ludmilla de Lima e Rodrigo Bertolucci/21/09/14