A coluna Gente Boa publicou em nota: “Custou R$ 20 milhões o seguro das 150 obras que compõem a exposição “Ouro — o fio que costura a arte do Brasil”, no CCBB. A mostra reúne trabalhos (todos eles com materiais folheados a ouro) de Antonio Dias, Frida Baranek, Roberto Burle Marx e Tunga. “O seguro não é por serem de ouro, mas pelo valor da arte. O valor artístico é o que nos interessa”, dizia o curador Marcello Dantas, na abertura da mostra, dias atrás. Logo na entrada do centro cultural, 50 mil folhas de ouro são suspensas no ar por ventiladores, formando um redemoinho. A ideia foi da artista Laura Vinci. “As folhas são cortadas bem fininhas mesmo, têm menos de um grama”, explicava Dantas. Para reforçar a segurança, há câmeras e sensores em todas as salas da exposição. “Para o sujeito entrar aqui, roubar para derreter e vender, tem que ser muito toupeira. Não vale a pena”. Nenhuma obra ali está à venda. Todas saíram das casas de colecionadores de arte. Além das instalações, a exposição também apresenta joias criadas pelo arquiteto Oscar Niemeyer, pelos Irmãos Campana e por Carlinhos Brown, que estava na inauguração. Letícia Spiller, outra convidada da noite, perguntava para os amigos. “Tô demais assim?”, e apontava para os pés. É que, além do vestido preto, ela usava bolsa e sapatos de oncinha. “Perguntei para o meu marido antes de sair de casa. ‘Posso ir assim?’”, contava a atriz, que costuma fazer o estilo discreta. “Nunca combino o sapato com a bolsa. Dessa vez eu quis experimentar.” Fez o maior sucesso”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Segundo Caderno/Gente Boa/18/10/14