A coluna Design Rio divulgou em reportagem: “Na época em que se preparava para concluir o curso de arquitetura na UFRJ, Bel Lobo e dois colegas de faculdade receberam uma proposta: desenhar e construir seu primeiro ateliê num terreno em Santa Teresa. Em troca, precisariam projetar e erguer uma oficina de artes numa área da propriedade. Começaram a tocar o trabalho, mas o dinheiro de Bel Lobo acabou. Para pagar sua parte das despesas, ela arranjou um emprego temporário como vendedora na loja da Richards, e, por um atalho do destino, encontrou seu caminho profissional. Passados mais de 20 anos, a profissional se especializou em fazer lojas e virou um ícone da arquitetura de butique. Um de seus primeiros clientes, e que está com seu escritório até hoje, foi justamente a rede Richards. — Fiquei um ano e meio como vendedora. Comecei no BarraShopping, e até que era boa vendedora. Mas na loja eu vivia empurrando móveis, subia para ajeitar luminárias e ficava pensando na composição do espaço. Naquela época, ainda não havia a figura do “visual merchandising”, era o gerente que fazia a arrumação. Algum tempo depois, surgiu uma vaga, lembraram daquela vendedora que vivia mexendo nos móveis e me convidaram para ser arquiteta da marca — conta Bel Lobo, de 55 anos, que desde o começo da carreira trabalha em parceria com o marido, o arquiteto Bob Neri”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Design Rio/Reportagem: Simone Candida e Ludmilla de Lima/20/03/16