A Revista publicou em reportagem: “Aos 7 anos, Clara Veiga passou por uma banca de jornal com a mãe e pediu para ela lhe dar de presente uma fita de vídeo que ensinava um passo a passo de como desenhar. O kit também vinha com um livrinho ilustrado. — Era desenho de observação. Tinha esse vício de olhar uma coisa e querer desenhá-la — diz Clara, de 28 anos. Na mesma época, costumava passar as tardes na casa da avó, com quem compartilha a paixão pelo desenho — e a ela atribui a herança do dom. Mais tarde, entrou na faculdade de Desenho Industrial com a expectativa de se dedicar ao ofício. Enganou-se: enveredou para o lado da direção de arte com foco em publicidade e acabou trabalhando numa agência até o ano passado, quando engravidou de Benjamin. — Eu achava que entrando para o curso de Design ia desenhar muito. Mas foi a fase que menos desenhei na vida. A faculdade me direcionou para o mercado — reflete. Durante a licença-maternidade, Clara se entregou aos desenhos com caneta Bic, sua especialidade. Hoje, deixou a agência onde trabalhava e espalhou as esferográficas pela mesa de jantar da sala de casa, no Jardim Botânico. Foi através de seu perfil no Instagram (onde assina como “clarinhaveiga”) que caiu nas graças de uma curadora de arte italiana e da arquiteta Marcella Bacellar. Da primeira, recebeu a proposta de fazer uma exposição na cidade de San Benedetto del Tronto; da outra, a encomenda de um painel composto por 15 quadros, exibido na última edição da mostra Casa Cor”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Revista O Globo/Reportagem: Carolina Ribeiro/29/11/15