O caderno Rio informou em reportagem: “No século passado, personalidades como Chiquinha Gonzaga, Carlos Drummond de Andrade, Olavo Bilac, Tarsila do Amaral e o ex-presidente Juscelino Kubitschek eram frequentadores do número 133 da Rua Sete de Setembro, no Centro. Para alegria de cariocas, sejam nostálgicos ou que apreciam deliciosos docinhos portugueses, o imóvel, de inspiração eclética em seu exterior e art déco no interior, voltará a abrigar a Casa Cavé, a mais antiga confeitaria do Rio, inaugurada em 5 de março de 1860. Desde 2000, a unidade ocupava uma outra loja na mesma rua. Foi preciso esperar 15 anos, mas, na próxima quarta-feira, a Cavé, finalmente, reabre suas portas para resgatar seu passado de glória em seu endereço mais tradicional. Os lustres, vitrais e vidros de influência francesa e mesas e cadeiras de sotaque espanhol dividem o espaço com luminárias brasileiras, tanto na área dos balcões, quanto no salão de chá, ideal para lanches à moda antiga. O imóvel foi tombado pelo município como patrimônio cultural carioca em 1987. Embora a casa tenha sido fundada por um francês e lembre os cafés parisienses, os destaques do cardápio sempre foram os doces portugueses. Hoje, a confeitaria é comandada por quatro sócios, todos portugueses”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Reportagem: Rodrigo Bertolucci/09/05/15