Segundo nota da coluna Em Casa, por Marcia Müller, “sempre associado à  questão da vaidade, o espelho atravessou séculos e séculos desde a sua invenção, nos auxiliando no nosso dia dentro de casa. Assumindo inúmeras funções, o espelho tem uma função muito mais arquitetônica do que apenas decorativa. Através da absorção e reflexão da luz, o espelho projeta uma imagem e transforma uma superfície estática em uma superfície reflexiva e transparente. Dependendo da sua localização em uma estrutura arquitetônica, o espelho aumenta e transforma completamente um espaço. Muitas vezes, ajuda a refletir uma paisagem inicialmente escondida na estrutura da casa. Eu, pessoalmente, adoro usar espelhos; gosto especialmente quando ele reflete uma estrutura da arquitetura, mais do que um espelho decorativo. Mas é claro que o uso funcional, no dia a dia, é refletir imagens e agilizar a nossa vida! Nos banheiros, um espelho é útil na sua função básica, mas também pode exercer um recurso arquitetônico de mais valor. Refletir um objeto poder a característica básica do espelho, mas existem infinitos usos para essa reflexão. Atualmente,  encontram-se no mercado inúmeras qualidades de espelhos, cores e altas performances de definição. Há verdadeiras obras de arte, de tamanha precisão e formatos variados, com dimensões e alturas bem maiores do que as que existiam há alguns anos”. Leia mais no blog.

Fonte: Lu Lacerda/18/11/14

http://lulacerda.ig.com.br/em-casa-por-marcia-muller-espelho/