A vernissage da exposição de Dionísio Del Santo, que abriu ontem à noite na Múltiplo Espaço Arte, no Leblon, resgata vários momentos da carreira de obras pertencentes a colecionadores particulares. E vai mostrar  até o dia 24 de novembro por que ele é considerado por artistas, curadores e críticos de arte “o pai da serigrafia brasileira”. Pintor, desenhista, serígrafo e gravador, Del Santo (morto em 1999) deixou uma obra própria, hoje reconhecida e reverenciada. Ele foi o gravurista oficial de nomes como Carlos Scliar, Antonio Dias, Rubens Gerchman e Carlos Vergara, só para citar alguns. “Meu amor à linha, a qual se transformou em uma constante em minha arte, tem sua origem nestes dois fatos, isto é, no desenho arquitetônico e no desenho gráfico”, disse certa vez Dionisio del Santo, pensamento que está impresso na parede da exposição. Confira quem compareceu ao evento nas fotos de Paulo Jabur.

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