O Morar Bem trouxe em matéria: “Cadeira que não foi feita para sentar. Mesa que pode ir parar no teto. Fugindo ao ideário funcionalista que imperou entre os anos 1920 e 1960, o período contemporâneo trouxe aos móveis produzidos no Brasil aspectos comunicativos e estilísticos que os tornaram verdadeiras obras de arte. E para registrar e explicar a mudança, a FGV Projetos lança o livro “Móvel brasileiro contemporâneo”, uma sequência para seu bem-sucedido “Móvel brasileiro moderno”, de 2012, que abordou o período de maior importância da arquitetura brasileira — refletido na produção nacional de mobiliário”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Morar Bem/Reportagem: Débora Gares/27/10/13