O caderno Ela Decoração publicou em nota: “Na prática, a matéria-prima é queimada (por um especialista, claro) com um maçarico e, consequentemente, fica preta. As casinhas de uma vila de pescadores na ilha Naoshima, no Japão, serviram de inspiração para o arquiteto Bernardo Jacobsen, que, a partir de uma técnica oriental, projetou fachadas de casas no Rio e em Paraty. Em vez de usar madeira “virgem”, ele optou por uma versão carbonizada. Na prática, a matéria-prima é queimada (por um especialista, claro) com um maçarico e, consequentemente, fica preta.

— É como se eles matassem a matéria orgânica dessa madeira com a intenção de preservá-la. A casa fica protegida do sol, da chuva, de cupim. Por isso, normalmente é usada em estruturas externas — explica Jacobsen, que morou no Japão em 2006 e há dois anos reproduziu a técnica no Brasil.”

Fonte: POR CAROLINA RIBEIRO

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