Segundo reportagem do caderno Ela, “foi em uma brincadeira de criança que o espanhol que mora em São Paulo Javier Lopez fez seu primeiro terrário. Filho de agricultor, ele ajudava o pai a germinar sementes em tubos de ensaio e, volta e meia, roubava um pote de geleia vazio na cozinha para guardar um inseto diferente que encontrava no jardim. — Eu tentava imitar o habitat natural do bicho e acabava construindo um terrário. Além disso, na Espanha, esses pequenos espaços verdes me davam a chance de preservar um pouco de natureza viva dentro de casa durante os longos seis meses de inverno — lembra Javier. O que acontece dentro do vidro é um ciclo: o ar se renova, formando um ecossistema que reproduz condições idênticas às da natureza. É do lado de fora que a coisa  muda. Os potes sem graça ficaram para trás e os vidros em formatos diferentes (quadrado, ovalado, redondo e multifacetado, que podem ser colocados em um apoio ou ao vento preso com um fio) entraram em cena. E mais: potes de farmácia antigos, doceiras vintage, garrafas, lâmpadas, frascos de perfume e até mesmo pingentes para colares podem virar um ponto verde na decoração ou no figurino”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Ela/ Reportagem: Livia Breves/ 19/01/13