O caderno Rio publicou reportagem sobre a greve dos funcionários federais da cultura, que paralisa os museus cariocas desde 12 de maio e ameaça se estender até a Copa do Mundo. Sobre a paralisação, “a arquiteta Catherine Gallois, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) afirma que a superintendência do órgão no Rio trabalha hoje com a metade dos funcionários. A evasão da equipe nos últimos anos foi de 47%: — Restauradores, historiadores, museólogos e arquitetos estão se aposentando sem haver reposição. Como os salários são muito baixos, os aprovados em concurso (o último foi em 2010) acabam deixando a instituição. Queremos que a cultura esteja nos planos do governo federal, que tenha maior participação no orçamento da União”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Reportagem: Fernanda Pontes, Jaqueline Ribeiro e Taís Mendes/26/05/14