O Segundo Caderno publicou em matéria de capa: “- Oprimeiro teatro do Rio pegou fogo, e dizem que foi o cara que construiu o segundo, o Manuel Luiz, quem provocou o incêndio. Mas o dele  também acabou sendo destruído por um incêndio. Nossos teatros, aliás, sempre pegaram fogo, rapaz- , conta o cenógrafo e diretor de arte José Dias, enquanto folheia algumas das 744 páginas do  livro ‘Teatros do Rio — Do século XVIII ao século XX’ (Funarte), que será lançado hoje no Teatro Dulcina, às 18h. Dias refere-se à Casa de Ópera do Padre Ventura, construída em 1767, num  endereço ‘estratégico’ da cidade: entre a Rua da Vala e a Rua do Fogo, nomeada assim por atravessar a Chácara do Fogo, uma fábrica de fogos de artifícios. A relação entre a cidade e seus teatros — muitos já consumidos pelo tempo, e não só por conta de incêndios — é lembrada no livro, que dá vida nova ao que o passado transformou em cinzas. — Eram teatros de madeira, com muitos tecidos,
iluminados por lamparinas, pegavam fogo facilmente — afirma Dias”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Segundo Caderno/ Reportagem: Luiz Felipe Reis/ 28/05/13