O arquiteto Paulo Casé publicou um artigo na seção “Opinião”: “Durante séculos, o processo de desenvolvimento do conhecimento humano teve como elemento básico a relação entre o sujeito — essência do pensamento — e o objeto — essência da matéria. Em suma, o sujeito era o observador, e o objeto, a coisa observada. Nos tempos contemporâneos — era tecnológica —, verifica-se que o objeto está se transmudando em uma nova entidade, caracterizada por uma linguagem própria, uma inteligência sem limites, uma memória infinita e uma eficácia extrema. Este fenômeno, que se alastra pelo mundo em todos os sentidos e direções, vem interferindo em todas as atividades humanas, sem exceções. Em decorrência, o fazer arquitetônico vem, cada vez mais, identificando-se com a nova entidade, exigindo do arquiteto uma inescapável subordinação e uma permanente atenção à evolução da linguagem da máquina eletrônica”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Opinião/20/08/14