O caderno Rio informou em reportagem: “Quando centenas de crianças entrarem em um estádio de handebol, após as Olimpíadas, não pense que são atletas mirins antes de uma partida.  É que, pela primeira vez, de olho nos Jogos Olímpicos de 2016, uma arena terá uma arquitetura nômade, permitindo que instalações esportivas temporárias sejam reaproveitadas e transformadas em quatro escolas municipais. A grande diferença desse tipo de investimento é que os projetos já saem do papel programados para serem reutilizados. Isso diminui a chance de instalações esportivas se transformarem em elefantes brancos na cidade após os Jogos. (…) — Depois de tantas Olimpíadas, chegou-se à conclusão de que é melhor transformar do que deixar sem uso. Barcelona, por exemplo, deixou um legado maravilhoso. Atenas, nem tanto. No mundo contemporâneo, tudo muda, tudo se transforma — comentou a arquiteta e professora da UFRJ Flávia de Faria, ressaltando, porém, o desafio de manter um projeto ousado para o futuro da cidade”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/ Rio/ Ancelmo Gois/Reportagem: Thamine Leta/ 03/04/13