A coluna Em casa por Marcia Müller, do blog da Lu Lacerda, trouxe em nota: “Entre persas, gregos, romanos etc., tomar banho sempre esteve associado a uma prática saudável e prazerosa. A banheira privativa, além das grandes piscinas térmicas, era a forma usual. Foi durante a Idade Média que o banho deixou de ser popular. Nos séculos XVIII e XIX, a banheira e o banho tornaram-se obrigatórios e saudáveis. Ficaram tão importantes que tinha até banheiras portáteis no séc. XIX. Banho sempre se associou, além de tudo isso, a algo mais sofisticado: ao relaxamento. Quem não relaxa numa banheira quente? Em países de clima quente, como o nosso, há quem diga que banheira é inutilizável. Eu discordo. Aqui no Brasil, pode ser quente, podemos não ter inverno, mas chove muito. E quem não gosta de um banho de banheira depois de uma chuva? Lembro-me de um casal dinamarquês para quem fiz a casa. Disseram-me que adoravam banheira, mas que no Brasil achavam impossível usá-la. Então, o banheiro do casal, e os outros da casa, ficaram sem banheira. Depois de dois anos, eles me pediram uma reforma. O marido me falou que tinha se esquecido de como é bom tomar banho de banheira depois de pegar uma chuva (e como chove no Brasil!). Eu adoro banheiro com banheira – acho lúdico, elegante e, acima de tudo, relaxante. Nas grandes cidades, sou a favor de tudo que estiver ao nosso alcance para nos relaxar e nos distanciar do estresse diário. Como arquiteta, meu objetivo, sempre ao desenvolver um projeto, é usar todos esses recursos. E a banheira é um deles – maravilhosa e elegante. Mostro algumas lindas e poéticas banheiras”. Leia mais no blog.

Fonte: Lu Lacerda/01/12/15

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