O site da Casa Claudia trouxe em reportagem: “A estrada de terra esburacada, quase intransitável em dias de chuva forte, não deteve a intrépida empresária em busca de um terreno para construir seu refúgio de fim de semana. Ao contrário. Quanto mais ela subia a montanha e se embrenhava na mata, maior era sua sensação de deixar o estresse perdido em algum lugar lá embaixo. Quando, enfim, alcançou a porteira do condomínio e deparou com a área de 9 mil m² à beira do bucólico Rio Maria Comprida, não restou dúvida: ali era o paraíso que procurava. “Como o loteamento surgiu há cerca de 20 anos onde existia uma antiga fazenda, ele preservou a atmosfera de cidade do interior, sem intervenções urbanas. As casas são confortáveis, mas simples e rústicas, e mal há muros. As estradinhas seguem empoeiradas, cheias de pedras, e o rio corre tranquilo, ao natural. Quase ninguém tem piscina privativa.A ideia é manter esse astral delicioso e o clima de roça intactos”, explica a proprietária, claramente apaixonada pela região (que fica próxima de Secretário, vilarejo ainda provinciano na serra fluminense). Com o terreno comprado, ela começou a analisar as possibilidades. Já existia ali uma construção, mas seu jeito antiquado não agradava à família. A empresária achou melhor, então, partir do zero. Os arquitetos Beto Figueiredo e Luiz Eduardo Almeida, da Ouriço Arquitetura, pensaram o novo projeto, que privilegia a integração ao verde e ainda separa com privacidade a ala da mãe e a dos filhos. “Desenhamos a moradia debruçada sobre o rio e dividida em três módulos bem marcados. De um lado, voltado para o acesso ao lote, está o social, com a suíte máster em cima. Do outro, nos fundos, fica a parte de lazer, dos adolescentes, cujos quartos se situam no andar superior. No meio, o hall liga esses dois lados”, descreve Luiz Eduardo”. Leia mais no site.

Fonte: Casa Claudia/Reportagem: Simone Raitzik/22/01/14

http://casa.abril.com.br/materia/casa-de-madeira-entre-um-rio-da-serra-fluminense