O caderno Economia publicou em reportagem: “O destino do Cinema Leblon, perto de fechar as portas, arrisca virar um épico. O Grupo Severiano Ribeiro (GSR) afirma que o negócio não é viável. Deficitária, a operação custaria hoje o dobro da receita gerada, diz Luiz Henrique Baez, diretor de patrimônio da empresa. A terceira maior rede de cinemas em atuação no país alega que para manter as duas salas funcionando num dos bairros mais nobres da cidade será necessário transformar e modernizar o espaço, que passaria a contar com três salas de exibição, estacionamento, livraria, restaurante e torre para salas comerciais. É neste novo edifício que está o maior entrave à aprovação do projeto, cuja primeira versão foi recusada pelo Conselho Municipal de Patrimônio. Washington Fajardo, presidente do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, questiona a necessidade da torre para garantir operação lucrativa no endereço da Zona Sul. — O ponto de análise é arquitetônico. E o projeto era de uma torre comercial sobre o cinema, que é tombado. Podemos permitir mudanças para manter a atividade. Mas não se pode ignorar o fato de o Leblon ser a área mais valorizada da cidade. Será que não é o metro quadrado valioso que está matando o Cine Leblon? É uma questão que precisa ser avaliada — questiona”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Economia/Reportagem: Glauce Cavalcanti/13/06/14