De acordo com reportagem do Morar Bem, “nos primeiros anos da década de 1960, a revista “Senhor” era uma das principais publicações do país. Com o conteúdo produzido por intelectuais, provocava forte ressonância na sociedade. E foi para a recepção de sua sede que o designer Bernardo Figueiredo desenhou a poltrona que acabou ganhando o nome da revista. O sucesso da peça foi tamanho que, em 1965, após o fim da revista, a poltrona passou a ser feita para ser usada em residências. Em 2011, o próprio Figueiredo procurou a fábrica gaúcha Schuster para reeditar alguns de seus trabalhos. Assim, no fim do ano passado, a poltrona voltou a ser fabricada e, agora, está de volta ao mercado”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Morar Bem/Reportagem: Karine Tavares/23/03/14