A coluna Design Rio publicou em reportagem: “Num momento, ele é um sofazinho. No outro, vira cadeira. E, dependendo do gosto do freguês, torna-se uma banqueta de apoio. Batizada como Transformer, a poltrona para lá de versátil é prova de que, em se tratando de design, nem tudo é o que parece ser. A peça é um exemplo do que anda saindo das cabeças de quem trabalha nos escritórios da cidade. É criatividade usada a serviço do mobiliário, de utensílios domésticos e da moda. Há roupas que servem também para carregar objetos e sapatos que calçam no esquema três em um: bota, sapatilha e sandália rasteira. Para a designer carioca Renata Paraense, esta é a hora de valorizar o design sustentável: — Mais do que o desafio de ser versátil, o designer tem a responsabilidade social de criar estas peças. Vivemos num momento de tomada de consciência ambiental. Precisamos pensar em não gastar tanto material para produzir e não incentivar o consumo exacerbado. Não dá para pensar em design sem sustentabilidade”.

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Fonte: O Globo/Rio/Design Rio/Reportagem: Simone Candida e Ludmilla de Lima/18/10/15