Adriano Pedrosa, Ernesto Neto, Georges Adéagbo e Adriana Varejão

Mais três aberturas completaram, no último dia 19, a exposição intercontinental artevida, a maior que o Rio de Janeiro já teve. Com curadoria de Adriano Pedrosa e Rodrigo Moura, a mostra reúne 350 obras de 110 artistas do Brasil, Leste Europeu, África, Ásia, Oriente Médio e América Latina. Na Biblioteca Parque Estadual, houve a inauguração do Arquivo Graciela Carnevale, de Rosário, Argentina, seguida de artevida (política), no MAM Rio, onde os curadores comandaram uma visita guiada a 160 trabalhos de 54 artistas de vários continentes. A maratona de vernissages continuou nas Cavalariças do Parque Lage, onde o artista do Benin, Georges Adéagbo, criou uma instalação inédita, que ocupa todas as paredes do espaço, propondo uma imersão no universo das relações culturais entre África e Brasil. A exposição segue em cartaz até 21 de setembro, na Casa França-Brasil, na Biblioteca Parque Estadual, no Parque Lage e no MAM Rio.