O Segundo Caderno informou em reportagem: “A primeira exposição sobre a obra do paisagista e patriarca do modernismo brasileiro Roberto Burle Marx (1909-1994) em Nova York em mais de duas décadas é pioneira no Hemisfério Norte ao se debruçar, em suas 140 peças, sobre a totalidade da produção do artista, incluindo pinturas, esculturas, cenários, peças de tecido e joias. “Roberto Burle Marx, Brazilian modernist”, a partir deste fim de semana no Jewish Museum, segue em 2017 para o Deutsche Bank Kunsthalle, em Berlim e, em seguida, para o Museu de Arte do Rio (MAR). — E segue porque o Rio, obviamente, mas Berlim também, são duas cidades fundamentais para se entender Burle Marx. Ele viveu em Berlim entre 1928 e 1929, e foi na Alemanha da República de Weimar que descobriu os expressionistas, Picasso, a vanguarda europeia e o Jardim Botânico de Dahlem. Ele também jamais se esqueceu da primeira vez que se deparou com a obra de Van Gogh e do quanto aquele momento foi importante para ele se tornar um artista — diz Claudia J. Nahson, uma das duas curadoras da mostra”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Segundo Caderno/Reportagem: Eduardo Graça/07/05/16