A coluna Design Rio divulgou em matéria: “Os mais antigos se lembram de o prédio número 28 da Rua Orestes, no Santo Cristo, tremer toda vez que as máquinas de fazer chocolate estavam a pleno vapor. Pelos equipamentos, todos de aço e importados da inglesa Baker Perkins, em 1938, a mistura da massa com a manteiga de cacau, leite em pó e açúcar era transformada no doce, no ponto ideal de derreter na boca. A tecnologia usada na Bhering era a mais moderna da época, e um engenheiro nutricionista da indústria chegou a ser enviado a Londres, logo após a Segunda Guerra, para aprender as técnicas por trás da leveza do chocolate. No auge da produção, nas décadas de 40 e 50, cerca de 800 funcionários chegaram a operar as máquinas”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Design Rio/Reportagem: Simone Candida e Ludmilla de Lima/26/12/15