Segundo reportagem do caderno Ela, “os móveis de Gisela Bentes Simas são como as pessoas: você só conhece seus meandros depois de conviver um tempinho com eles. Com o passar dos dias, gavetas, porta-coisas, bandejas e texturas vão sendo revelados. É preciso usar o tato, ela avisa. Na primeira exposição de suas peças no Brasil, que acontece no Arquivo Contemporâneo, ela reuniu sete móveis: de poltrona a revisteiro, que formam um acervo com um DNA bem próprio: atemporal, minucioso, equilibrado e, com a exceção de uma luminária de bronze, sempre de madeira”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Ela/Reportagem: Lívia Breves/07/11/15