O caderno Zona Sul divulgou em reportagem: “Não há quem viva em uma grande cidade que não tenha acostumado os olhos aos desenhos de traços marcantes e cores vibrantes que tomam os muros e outras estruturas das ruas. Nascido inicialmente como expressão transgressora, o grafite passou a ser reconhecido, na última década, como arte. E seus desenhos são, por natureza, passíveis de serem apagados, a exemplo do que o Jockey Club Brasileiro, no Jardim Botânico, começa a fazer em seu muro, por exigência do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, da prefeitura. O extenso paredão exibe um grande painel de grafites de artistas, muitos deles reconhecidos internacionalmente. Ao migrar para o ambiente doméstico, a preservação do grafite está garantida”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Zona Sul/Especial Decoração/Reportagem: Leandra Lima/27/03/14