A coluna Design Rio publicou em reportagem: “Se o Cristo Redentor e o bondinho do Pão de Açúcar são símbolos quase universais da Cidade Maravilhosa, a imagem da Igreja da Penha, cercada pelas favelas do Complexo da Penha e do Alemão, é um dos ícones da revalorização da Zona Norte. Ponto de encontro de romeiros desde o século XVII, depois da pacificação das comunidades do entorno a igrejinha esculpida num rochedo voltou a ser visitada por cariocas e turistas, que nas últimas duas décadas só a admiravam de longe. Durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), a igrejinha foi um dos pontos de encontro preferidos dos peregrinos: na última semana, dez mil pessoas em média visitaram o santuário diariamente. Desde que foi construído — ele nasceu como ermida, em 1635 —, o templo sofreu muitas modificações, passando de capela de inspiração luso-brasileira a igreja com estilo indefinido. Recentemente, a prefeitura investiu em obras no cartão-postal: o santuário ganhou dois planos inclinados sobre trilhos que, junto com o antigo bondinho, facilitam a subida até o topo; o telhado foi reparado e a fachada, pintada numa cor que se  assemelha ao ocre original. Os dois coretos, da década de 20, foram restaurados. A próxima etapa de revitalização prevê um toque de modernidade: a iluminação do prédio será refeita com lâmpadas
de LED”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/ Design Rio/ 28/07/13