O caderno Rio publicou reportagem sobre a indefinição do endereço dos 1.300 quartos das vilas de Árbitro e de Mídia para as Olimpíadas. O Comitê Olímpico Internacional (COI) ainda não respondeu se aceita transferir as instalações da Zona Portuária para Jacarepaguá. Segundo a matéria, “após se reunir com associações de moradores e entidades ligadas a urbanismo e arquitetura, Paes prometeu empenho para levar as Olimpíadas para a Zona Portuária. Chegou a contratar o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) para desenvolver um concurso internacional de projetos. Além disso, a prefeitura firmou um convênio para que funcionários públicos comprassem apartamentos na região, financiados com cartas de crédito do Previ-Rio (fundo de previdência do município). Mas, segundo fontes da prefeitura, apenas cerca de 300 candidatos teriam feito a pré-inscrição no Previ-Rio. O presidente do IAB-RJ, Pedro da Luz, lamentou a desistência da prefeitura. Para ele, associar um empreendimento residencial no Porto Maravilha às Olimpíadas seria estratégico para a ocupação da área. Ele lembrou que a reduzida oferta de moradias pode repetir o que ocorre nas ruas do Centro: grande movimento durante a semana de trabalhadores e ruas desertas no fim de semana: — A antecipação de um empreendimento residencial serviria de estímulo para outros investidores. Construir a vila em Jacarepaguá em nada vai fortalecer a vocação residencial da área”. Leia mais no jornal O Globo.

Fonte: O Globo/Rio/Reportagem: Luiz Ernesto Magalhães/02/07/14